"Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar. Não ande na minha frente, talvez eu não queira seguí-lo. Ande ao meu lado, para podermos caminhar juntos."

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Tempo Perdido

Todos os dias quando acordo
Não tenho mais
O tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo
Todos os dias
Antes de dormir
Lembro e esqueço
Como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder
Nosso suor sagrado
É bem mais belo
Que esse sangue amargo
E tão sério
E selvagem! Selvagem!
Selvagem!
Veja o sol
Dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes
Acesas agora
O que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens
Tão jovens! Tão jovens!
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As 20 melhores músicas para acordar

Há canções que são melhores do que outras para levantarmos da cama motivados e com energia. Pelo menos é o que diz a ciência.

1. Coldplay – Viva La Vida


2. St. Lucia – Elevate

3. Macklemore & Ryan Lewis – Downtown

4. Bill Withers – Lovely Day

5. Avicii – Wake Me Up

6. Pentatonix – Can’t Sleep Love

7. Demi Lovato – Confident

8. Arcade Fire – Wake Up

9. Hailee Steinfeld – Love Myself

10. Sam Smith – Money On My Mind

11. Esperanza Spalding – I Can’t Help It

12. John Newman – Come and Get It

13. Felix Jaehn – Ain’t Nobody (Loves Me Better)

14. Mark Ronson – Feel Right

15. Clean Bandit – Rather Be

16. Katrina & The Waves – Walking on Sunshine

17. Imagine Dragons – On Top of the World

18. MisterWives – Reflections

19. Carly Rae Jepsen – Warm Blood

20. iLoveMemphis – Hit The Quan

Os Desconectados

1

 

Filme que me deixou sem palavras, realmente um ótimo filme, todos deveriam ver, pais e filhos. Lembrei de Crash e suas histórias interligadas, dando a visão de que a tecnologia tem um poder de aproximar mas também de separar as pessoas.

Este drama mostra várias histórias pessoais, tendo em comum os efeitos perversos do uso excessivo de tecnologia, Internet e telefones celulares. A vida de um casal entra em perigo quando sua vida privada é exposta online, uma viúva e antiga policial descobre que seu filho humilha um garoto da escola pela Internet, um advogado obcecado por seu telefone não consegue se comunicar com a própria família, e uma jornalista vê sua vida se transformar quando ao pesquisar a história de um adolescente que faz atuações eróticas pela webcam.

Jovens Adultos

Jovens Adultos

Independente, bonita, divorciada, alcoólatra, infeliz a escritora Mavis Gary (Charlize Theron) retorna para sua cidade natal, disposta a reconquistar seu ex-namorado, Buddy Slade (Patrick Wilson). Acontece que ele, atualmente, está casado com Beth (Elizabeth Reaser) e acaba de ganhar uma filha. Mesmo assim Mavis não desiste, já que acredita que Buddy na verdade está infeliz e quer retornar para a mulher dos seus sonhos, ou seja, ela.

“Jovens Adultos” não vem para agradar. Seu humor é incorreto e pode ser decepcionante para uma parcela do público, que espera algo tradicional destes filmes, como  belíssimas heroínas ganhando tudo no final, na verdade a protagonista é a vilã da sua própria vida. Vale a pena assistir.

Perigosa Obsessão

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“Monogamy” com título em português de “Perigosa Obsessão”, Theo (Chris Messina), um fotógrafo de casamentos que é contratado para fotografar um pessoa que ele não conhece pessoalmente, são eventos de teor erótico, envolvendo uma estranha mulher, acabando por gerar o conflito com a sua noiva, Nat (Rashida Jones), conflito esse, causado por ele mesmo.

Um filme surpreendente que mostrará como uma relação de confiança e como um casamento pode ser atrevido.

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Bruxa de Guerra

O filme Bruxa de Guerra, do canadense Kim Nguyen, que conta a história de uma menina congolesa sequestrada e obrigada a se envolver com as milícias rebeldes na República Democrática do Congo (RDC), estremeceu o Festival de Cinema de Berlim, na Alemanha, nesta sexta-feira (17).

Komona, interpretada por Rachel Mwanza, é uma menina de 12 anos que vive tranquilamente com os pais em seu povoado quando os rebeldes chegam e a capturam. Antes de levá-la, a obrigam a matar seus pais com um fuzil. A outra alternativa, afirma o comandante miliciano, será que ele os matará com um machete “e sofrerão mais”.

No acampamento dos rebeldes, Komona sofre um duro treinamento e precisa se esconder para chorar. Antes dos combates, os instrutores drogam as crianças milicianas com substâncias vegetais. Em um dos ataques aos milicianos, a única sobrevivente é Komona, que, desta forma, ganha a fama de ser “uma bruxa”.

A menina, então, se apaixonada por um jovem miliciano albino apelidado de “o mago”, em um dos únicos momentos de ternura no filme. Logo depois, ela fica grávida. Em seus pesadelos aparecem seus pais, que pedem que retorne ao seu povoado para enterrá-los.

Bruxa de Guerra aponta como essas milícias doutrinam as crianças, dando drogas para que resistam e tenham uma sensação de poder. “Não queria ser objetivo, por isso mostro os fantasmas que eles talvez possam ver, é como um véu que lhes permite viver”, disse Nguyen.

“Levei dez anos para realizar este projeto, um longo tempo para aceitar a dureza do tema e, sobretudo, para convencer os produtores a fazer este filme”, explicou. Ele ainda disse que, para escrever o roteiro e preparar seu filme, conversou com crianças-soldado no Burundi, além de trabalhadores humanitários que passam muito tempo vivendo na África.

“Uma coisa terrível é que as crianças milicianas estupradas são repudiadas quando retornam aos seus povoados. Algumas querem ficar nas milícias, pois são as únicas pessoas que elas têm”, contou. “A própria Rachel teve uma vida muito dura, cresceu nas ruas, há um paralelo entre sua vida e o personagem de Komona. Para poder subsistir, ela teve que lutar muito contra seu contexto familiar”, explicou.

Rachel Mwanza, presente em Berlim, contou sua história de menina de rua, falando que sua avó a criou com seus quatro irmãos, vendendo amendoins e amêndoas. “Quando crescemos, um dia a avó nos disse: os grandes têm que ir embora ganhar a vida. Fui viver em um abrigo, mas ali as condições de vida também eram muito hostis”, disse Rachel.

Ela também contou que tem um irmão chamado Che Guevara, e que foi escolhida “milagrosamente” por Kim Nguyen para fazer o papel de Komona. “Tudo isto é um milagre. Aprendi a ler, e estou orgulhosa. Não tenho família. Minha família são as pessoas que estão sentadas nesta mesa”, disse, referindo-se a Nguyen e aos produtores do filme.

O cineasta, canadense de família vietnamita, disse que quis fazer Bruxa de Guerra com a mentalidade de um adolescente. “Como se não conhecesse nada sobre as empresas multinacionais que exploram os recursos do Congo, esse mineral chamado coltan, por exemplo, do qual é o primeiro produtor mundial. Queria ver a história através do olhar de Rachel”, insistiu.

O Congo tem uma história muito rica. O que meu filme quer mostrar é a história da tenacidade humana na era moderna. É algo inaudito, um testemunho da era pós-moderna. Há uma grande beleza e ordem dentro do caos. É algo muito forte o instinto humano de sobrevivência em meio a esta natureza tão generosa”, disse Nguyen.

O diretor Kim Nguyen e a protagonista Rachel Mwanza posam para fotos

Foto: Pascal Le Segretain/Getty Images

Fonte: Terra, Exame,

Google e Facebook podem interromper acesso a sites como protesto

Google, Facebook e outras empresas importantes consideram interromper seus serviços na web como protesto a um projeto de lei antipirataria on-line que reforça penas para quem viola propriedade intelectual nos EUA.

A informação é de Markham Erickson, diretor-executivo da NetCoalition, associação que inclui companhias como Google, Yahoo!, Amazon, eBay, Wikipédia e PayPal. Ele disse ao site da Fox News que tal medida já é considerada, embora ainda não haja detalhes sobre como ela seria adotada.

As empresas que fazem parte da NetCoalition, porém, ainda não se manifestaram publicamente sobre a possibilidade de interromper seus serviços on-line.

SOPA

O Sopa (Lei para Parar com a Pirataria On-line, em inglês) tem colocado em fronts opostos setores do Congresso dos EUA, gigantes da área de entretenimento e titãs da internet, apoiados por juristas e acadêmicos.

A favor da lei, estão as indústrias de cinema, TV e música, além de provedoras de TV a cabo e internet.

No campo oposto, estão empresas como Google, Yahoo!, YouTube, Facebook, Foursquare e Mozilla, que afirmam que a linguagem vaga do projeto torna portais, sites de busca e redes sociais legalmente responsáveis por abrigar sites e links com conteúdo pirata e passíveis das mesmas penas: bloqueio sumário e veto a anunciantes.

Com esse ônus, a lei busca monitorar com lupa o conteúdo. As empresas, porém, dizem que é tarefa impossível e que seriam levadas a censura preventiva.

Editoria de Arte/Folhapress

Editoria de Arte/Folhapress

Fontes: Folha, G1, SuperDownloads, BolUol

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