"Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar. Não ande na minha frente, talvez eu não queira seguí-lo. Ande ao meu lado, para podermos caminhar juntos."

Limitações

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Se aprendermos nossas limitações cedo demais, nunca saberemos nosso poder!

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Lembranças

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Eu costumava ter medo de perder a memória! Agora daria tudo para esquecer uma ou duas coisas.
……………..
A memória dá imortalidade à momentos, mas o esquecimento proporciona uma mente saudável.

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1. Perder tempo sentindo pena de si mesmas

Você não vê pessoas mentalmente fortes sentindo pena de si mesma ou suas circunstâncias. Elas aprenderam a assumir a responsabilidade por suas ações e resultados, e têm uma compreensão inerente de que muitas vezes a vida não é justa. Elas são capazes de emergir de uma situação difícil com consciência e gratidão pelas lições aprendidas. Quando uma ocasião acaba mal para elas, pessoas fortes simplesmente seguem em frente.

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2. Ser controladas ou subjugadas

Pessoas mentalmente fortes evitam dar aos outros o poder de fazê-los sentirem-se inferiores ou ruins. Elas entendem que estão no controle de suas ações e emoções. Elas sabem que a sua força está na sua capacidade de reagir de maneira adequada.

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3. Fugir de mudanças

Pessoas mentalmente fortes aceitam e abraçam a mudança. Seu maior “medo”, se tiverem um, não é do desconhecido, mas de tornarem-se complacentes e estagnadas. Um ambiente de mudança e incerteza pode energizar uma pessoa mentalmente forte e estimular o seu melhor lado.

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4. Gastar energia em coisas que não podem controlar

Pessoas mentalmente fortes não reclamam (muito) do tráfego, da bagagem perdida e especialmente das outras pessoas, pois reconhecem que todos esses fatores estão, geralmente, fora do seu controle. Em uma situação ruim, elas reconhecem que a única coisa que sempre podem controlar é a sua própria resposta e atitude.

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5. Preocupar-se em agradar os outros

É impossível agradar a todos. Pior ainda é quem se esforça para desagradar outros como forma de reforçar uma imagem de força. Nenhuma dessas posições é boa. Uma pessoa mentalmente forte se esforça para ser gentil e justa e para agradar aos outros quando necessário, mas não tem medo de dar sua opinião ou apoiar o que acha certo. Elas são capazes de suportar a possibilidade de que alguém vai ficar chateado com elas, e passam por essa situação, sempre que possível, com graça e elegância.

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6. Ter medo de assumir riscos calculados

Uma pessoa mentalmente forte está disposta a assumir riscos calculados. Isso é uma coisa completamente diferente do que pular de cabeça em situações obviamente tolas. Mas com a força mental, o indivíduo pode pesar os riscos e benefícios completamente, e avaliar plenamente as potenciais desvantagens e até mesmo os piores cenários antes de tomar uma atitude.

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7. Saudosismo frequente

Há força em reconhecer o passado e, sobretudo, as coisas aprendidas com as experiências passadas, mas uma pessoa mentalmente forte é capaz de evitar se afundar em decepções antigas ou fantasias dos “dias de glória” de outrora. Elas investem a maior parte de sua energia na criação de um presente e futuro melhores.

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8. Cometer os mesmos erros repetidamente

Não adianta realizarmos as mesmas ações repetidas vezes esperando um resultado diferente e melhor do que o que já recebemos. Uma pessoa mentalmente forte assume total responsabilidade por seu comportamento passado e está disposta a aprender com os erros. Pesquisas sugerem que a capacidade de ser auto reflexivo de forma precisa e produtiva é uma das maiores características de executivos e empresários bem-sucedidos.

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9. Ressentir o sucesso dos outros

É preciso ter força de caráter para sentir alegria genuína pelo sucesso de outras pessoas. Pessoas mentalmente fortes têm essa capacidade. Elas não ficam com ciúmes ou ressentidas quando outros alcançam sucesso (embora possam tomar nota do que o indivíduo fez bem). Elas estão dispostas a trabalhar duro por suas próprias chances de sucesso, sem depender de atalhos.

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10. Desistir depois de falhar

Cada fracasso é uma oportunidade para melhorar. Mesmo os maiores empresários estão dispostos a admitir que seus esforços iniciais invariavelmente trouxeram muitas falhas. Pessoas mentalmente fortes estão dispostas a falhar de novo e de novo, se necessário, desde que cada “fracasso” os traga mais perto de seus objetivos finais.

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11. Ter medo de passar tempo sozinhas

Pessoas mentalmente fortes apreciam e até mesmo valorizam o tempo que passam sozinhas. Elas usam esse tempo de inatividade para refletir, planejar e ser produtivas. Mais importante, elas não dependem de outros para reforçar a sua felicidade e humor. Elas podem ser felizes com os outros, bem como sozinhas.

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12. Esperar resultados imediatos

Quer se trate de um treino, um regime nutricional ou de começar um negócio, as pessoas mentalmente fortes entram nas situações pensando em longo prazo. Elas sabem que não devem esperar resultados imediatos. Elas aplicam sua energia e tempo em doses e celebram cada etapa e aumento de sucesso no caminho. Elas têm “poder de permanência” e entendem que as mudanças genuínas levam tempo.

E aí?

Você tem força mental?

Existem elementos nesta lista que você precisa melhorar?

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Coitadinha

“Complexo de vítima” pode ser armadilha emocional.

Previna-se!

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A gente às vezes acha que é a pessoa mais ocupada, mais desastrada, mais azarada de toda a humanidade. Parece que tudo de ruim só aterrissa no nosso terreno, que a chuva só fica pior depois que a gente sai, que as coisas só dão errado naquela viagem de férias planejada e paga durante o ano inteiro, com muito suor.

Quem nunca achou isso de si mesma, pelo menos num curto período durante a vida? O complexo de coitada é muito comum, e tem mais ou menos os mesmos efeitos em todo o mundo: faz com que a gente se sinta com pouca energia, com a mínima paciência e uma disposição bem fraca para enfrentar o dia a dia.

Mas se a síndrome de coitada só faz mal, por que tanta gente insiste em ser a pessoa mais sofrida da humanidade? Também conhecida como “complexo de vítima”, esta tendência de se achar sempre em desvantagem em relação aos outros é perigosa: a pessoa fica presa num círculo vicioso de reclamação, solidão e mais sofrimento.

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Uma das causas por que este comportamento é tão comum é bem óbvia: o sofrimento é valorizado em nossa sociedade. Como? Bem simples: o que é visto como mais “nobre”, uma pessoa que se mata de trabalhar, por exemplo, ou alguém que marca férias três vezes ao ano? É claro que no fundo todos nós adoraríamos férias prolongadas, mas também vamos nos inclinar a dizer que a pessoa “workaholic” merece mais nossa admiração.

O valor que damos ao sacrifício pessoal está profundamente enraizado em valores cristãos, que norteiam a sociedade e fazem com que ser vítima seja um sinal de que a pessoa é “boa”, e que outros sãos “maus”. Essa dicotomia deve ser evitada, porque pode levar ao isolamento e a uma série de outros problemas de relacionamento.  Resumindo: a coitadinha geralmente fica só.

Outra causa que faz com que o comportamento sofrido seja valorizado é porque os mártires são pessoas altamente admiradas, pelo menos do ponto de vista da história. Eles nos inspiram a suportar o sofrimento caladas, e a aceitar “nossa cruz” com muita disposição.

Entretanto, suportar os sofrimentos normais da vida é bem diferente de viver fazendo drama, ou ter a impressão de que todos estão contra você. Há situações em que a pessoa vive em um ambiente hostil, e precisa realmente se defender, mas este nem sempre é o caso.

Se você vive presa numa espécie de “novela mexicana” em que tudo parece dar errado, analise um pouco sua situação, e procure por exageros. Será que você poderia ver a situação de maneira diferente? O que acontece é que muitas vezes na vida somos realmente vítimas, mas em outras, somos nós que estamos causando o problema. A melhor maneira de viver na realidade é saber discernir uma coisa da outra.

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por: Andressa 

“As novas propostas legislativas sobre ‘terrorismo’ e ‘desordem’, que estão sendo discutidas no Congresso Nacional, põem em risco liberdade de expressão e o direito à reunião pacífica. Os novos ‘crimes’ podem ser utilizados para criminalizar cidadãos que comparecerem aos protestos.”

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O alerta é da ONG defensora dos direitos humanos mais influente do planeta, a Anistia Internacional. Devido à sua relevância, transcrevo-a na íntegra:

“A proposta legislativa PL 499/2013, que define o crime de ‘terrorismo’ para a legislação criminal brasileira, está em vias de ser votada no Senado. A maneira como ‘terrorismo’ é definido por meio dessa proposta é extremamente vaga e por isso pode ser utilizada para ilegalmente restringir direitos humanos: ‘Provocar ou infundir terror ou pânico generalizado mediante ofensa ou tentativa de ofensa à vida, à integridade física ou à saúde ou à privação da liberdade de pessoa’.

Outra proposta em discussão seria a tipificação do crime de ‘desordem’, com o objetivo de controlar protestos em geral. A atual proposta, de forma geral, define “desordem” de maneira vaga e contém artigos que poderiam ensejar a criminalização de quaisquer cidadãos que estiverem participando de uma manifestação pública, até mesmo se eles não estiverem envolvidos com atos ilegais. Ela proíbe também o uso de máscaras durante ou imediatamente após manifestações públicas, protestos e reuniões.

Tanto em junho de 2013, durante a Copa das Confederações, quanto em outubro de 2013, durante a greve dos professores, centenas de milhares de pessoas fizeram parte de maciços protestos, espalhados por todo o país. Os protestos foram duramente reprimidos pela polícia, que se utilizou excessiva e desnecessariamente da força em muitos casos, assim como algumas vezes deteve manifestantes ilegalmente.

Isso levou ao aumento da violência e dos confrontos com a polícia, durante os quais diversas pessoas foram feridas. As leis já existentes que têm sido utilizadas para imputar crimes a participantes de protestos, como a Lei de Organizações Criminosas e a Lei de Segurança Nacional, serviram para que diversas pessoas fossem criminalmente acusadas por nada mais do que o exercício legal do direito humano à participação pacífica em protestos.

As novas propostas legislativas são de conteúdo vago e apresentam um claro e imediato risco de promover a criminalização de manifestantes pacíficos e de seus direitos à liberdade de expressão e à reunião pacífica. Para que sejam legais, propostas de leis que restringem os direitos de liberdade de expressão e de manifestação pacífica devem ser formuladas com suficiente precisão a fim de que permitam que as pessoas regulem suas condutas de acordo com as mesmas, e não podem permitir irrestrita discrição para os responsáveis por sua aplicação.”

Viva a sua vida

Você já desistiu de alguma coisa porque estava com medo do que alguém poderia pensar de você?

Você quer fazer as pessoas ao seu redor felizes?  

Quer que elas pensem bem de você?

desistir

Não há nada de errado com isto, faz parte da nossa natureza querer que as pessoas pensem bem de nós, é uma coisa boa, mas pode ir longe demais.

Você vive preocupado com o que os amigos, familiares, colegas, ou até mesmo estranhos na rua podem pensar de você, está focando suas energias no lugar errado.

Mesmo sendo difícil, você pode mudar suas atitudes e viver um pouco mais leve e realmente alcançar seus objetivos.

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O que realmente importa para você?

É perfeitamente normal ter valores diferentes das pessoas ao seu redor. Você não é obrigado a gostar de um estilo musical que não gosta, só porque seus amigos insistem que você deve gostar.

Seja claro e honesto com você mesmo quanto ao que realmente importa para você. Muitos vão julgá-lo por não seguir um determinado padrão, mas se você for fiel a seus próprios objetivos e valores, você saberá o que realmente importa para você.

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Nem todos estão olhando para você

Ninguém é o centro do universo. As pessoas ao seu redor estão muito ocupadas cuidando de suas próprias vidas para ficar cuidando da sua.

Você disse algo sem sentido, sua roupa não tem aquela marca, seu cabelo não está bom, tem uma espinha na cara, ninguém liga, provavelmente acharão estranho seu comportamento preocupado e ansioso.

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A opinião dos outros não podem te afetar

Ou seja, agora você já sabe o que realmente importa para você e que você não é o centro das atenções, além disso, também é preciso ter em mente que você está a todo o momento sujeito a julgamentos. Pode ser no trabalho, pode ser dos amigos, ou até mesmo quando estiver andando na rua. Na maioria das situações, a opinião das pessoas não podem te machucar, e mais não mudam a sua vida.

Você pode passar a sua vida toda tentando fazer estranhos e conhecidos pensarem coisas legais sobre você, passar horas arrumando o cabelo, trocar de carro, comprar roupas novas, só para parecer bem sucedido. Mas as pessoas que realmente importam vão te amar pelo que você realmente é.

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Você não pode controlar o que as pessoas pensam

Não podemos controlar o pensamento das pessoas. Não tem como saber o que se passa na cabeça de alguém, muito menos o porquê. As pessoas são diferentes, logo pensam de maneiras diferentes.

De qualquer maneira, as pessoas podem ou não pensar mil coisas sobre você. – Isso é inevitável.

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Conheça seus valores

Primeiro e mais importe é saber reconhecer o que realmente importa para você. Porque uma vez que isso esteja bem claro para você mesmo, a opinião dos outros se torna insignificante. E é nesse momento em que você para de dizer “sim” para tudo e começa a fazer suas próprias escolhas, sem se curvar a pressões externas, de quem quer que seja.

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Mostre sua cara

Agora que você sabe quais são seus valores, é hora de colocá-los em prática. Chegou a hora de você aprender a falar o que pensa. A única regra aqui é ser honesto consigo mesmo.

amigas

Escolha bem suas companhias

É aquela história: diga-me com quem andas e te direi quem és.

Fique perto de pessoas autoconfiantes que vivem suas próprias vidas sem comprometer seus valores; elas são sempre boas companhias. E o exemplo delas será passado para você rapidamente, sem você nem perceber.

Renata após ter sofrido um infarto violento aos 39, levantou do sofá e foi para a Academia em 2013 começa a fazer exercícios aos 43 anos. Com um novo coração e reeducação alimentar em um ano ela perdeu 28 quilos. O infarto a deixou com apenas 16% do coração funcionando e uma hipertensão pulmonar por conta da embolia. “Até então não sabia que tinha problema cardíaco. Depois do infarto, era dependente até para me vestir e me pentear, não conseguia cortar um bife, lavar uma louça”, relembra.renata1

Foi fácil?

Não! Foi uma decisão difícil, primeiro decidir caminhar 2 quilômetros para chegar até a Academia e depois enfrentar um mundo novo e desconhecido dos aparelhos de musculação.

“Vou todos os dias na academia e caminho, estou me superando, a atividade física me fez muito bem, tudo melhorou inclusive a aparência. Já me disseram que estou com cara de mais nova.”

A rotina diária, toda manhã aquele desejo interno de ficar em casa, ou porque está calor demais, ou porque está frio (ela superou o inverno todo de 2013), ou porque está chovendo, mas ela manteve sua rotina, só quebrada quando se fazia necessário os retornos médicos.

No começo era até engraçado, ela chegava contando os passos de formiguinha, parando de pracinha em pracinha, de poste em poste para recuperar o fôlego, olhava com olho assustado o ritmo da Academia, mas como ela não ficava quieta logo descobriu que todos que estavam na Academia, também buscavam uma cura, um objetivo, uma transformação, enfim uma mudança de vida.

Hoje ela já chega “causando”, só não mudou o hábito de reclamar quando seu treino muda, “- Isso eu não posso fazer, vou parar na UNICAMP….”

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Mas ela descobriu que não existe mágica: “- Até as minhas internações acabaram. Praticar exercícios não é fácil, mas os obstáculos que colocamos nós mesmos que tiramos da nossa vida.”

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Coração e vida nova: transplantada passa a se exercitar e elimina 26 kg, site Eu Atleta Globo.com

Contato com Renata Campos: renatasibelecampos@gmail.com  e Facebook

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